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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Isto é amor?


Já escutei diversas histórias de "ex" que são de arrepiar...

O que faz uma pessoa que você tanto amou te odiar tanto?
Querer teu mal? Fazer da vida do outro um inferno??

Amor? Posse? Inveja? Ciúmes?

Bem, cada caso é um caso! Mas, em regra geral, por tudo o que ouvi e até vivi posso afirmar que não é amor... ciúmes? Muito pouco... Sim!!! É posse... obsessão!

O conceito do amante apaixonado, homem ou mulher, que não é capaz de aceitar a ruptura e que faz o impossível para manter a relação com o seu parceiro, é conhecido.

Não caia nessa... para ser AMOR, amor de VERDADE, o sentimento e o relacionamento têm que ser sadios para ambos.

André Luiz, sabiamente, afirma:
"Amar não é desejar. É compreender sempre, dar de si mesmo, renunciar aos próprios caprichos e sacrificar-se para que a luz divina do verdadeiro amor resplandeça"!

Então, procuremos viver este VERDADEIRO e ELEVADO amor!


segunda-feira, 29 de agosto de 2011

“Desculpe-me! Seu melhor não é o que é bom para mim.”


Texto dedicado

ÀQUELES QUE AMAM DEMAIS...



Tem pessoas que acreditam que por darem o que consideram ser o seu melhor merecem receber o que desejam.



Adultos que amam assim procuram reproduzir em seus relacionamentos essa relação entre produção e satisfação: “Eu te dou carinho, afeto, atenção, presentes, sexo; te levo para passear; te dou liberdade... Como você pode não estar satisfeita!?! Como você pode não reconhecer que sou o melhor para você!?!”



Tais pessoas se traduzem como grandes amantes incompreendidos, homens e mulheres que amam demais, que se doam completamente e nunca encontram alguém capaz de corresponder à nobreza de sua alma.



Na sua concepção narcisista da realidade não conseguem perceber que o que consideram ser o seu melhor não é necessariamente satisfatório para o outro ou o que o que pretendem dar, como liberdade e prazer, simplesmente não lhes pertence.



Em verdade, não se relacionam de fato, pois relacionar-se envolve perceber o outro e ser percebido por ele e não simplesmente fazer do outro o depósito de seus dejetos afetivos, de suas dores e angustias, dos seus excrementos emocionais enfim e traduzir isso como: “Eu sempre te dei o meu melhor.”



Amar não é fazer a coisa certa.

Amar não é buscar em alguém ao preenchimento de seu vazio interior.

Amar é compartilhar completude.