segunda-feira, 29 de agosto de 2011

A saudade...

... é a memória do coração."


“Desculpe-me! Seu melhor não é o que é bom para mim.”


Texto dedicado

ÀQUELES QUE AMAM DEMAIS...



Tem pessoas que acreditam que por darem o que consideram ser o seu melhor merecem receber o que desejam.



Adultos que amam assim procuram reproduzir em seus relacionamentos essa relação entre produção e satisfação: “Eu te dou carinho, afeto, atenção, presentes, sexo; te levo para passear; te dou liberdade... Como você pode não estar satisfeita!?! Como você pode não reconhecer que sou o melhor para você!?!”



Tais pessoas se traduzem como grandes amantes incompreendidos, homens e mulheres que amam demais, que se doam completamente e nunca encontram alguém capaz de corresponder à nobreza de sua alma.



Na sua concepção narcisista da realidade não conseguem perceber que o que consideram ser o seu melhor não é necessariamente satisfatório para o outro ou o que o que pretendem dar, como liberdade e prazer, simplesmente não lhes pertence.



Em verdade, não se relacionam de fato, pois relacionar-se envolve perceber o outro e ser percebido por ele e não simplesmente fazer do outro o depósito de seus dejetos afetivos, de suas dores e angustias, dos seus excrementos emocionais enfim e traduzir isso como: “Eu sempre te dei o meu melhor.”



Amar não é fazer a coisa certa.

Amar não é buscar em alguém ao preenchimento de seu vazio interior.

Amar é compartilhar completude.


Síndrome de Don Juanismo


Por achar interessante resolvi postar por aqui!

:)

Conhecimento nunca é demais!

Boa leitura!



A síndrome de Don Juanismo ou compulsão por sedução é um transtorno caracterizado por necessidade compulsiva por sedução, envolvimento sexual fácil mas fracasso no envolvimento emocional, sendo assim, determinada por relacionamentos íntimos pouco duradouros ou até mesmo inexistentes.



Os indivíduos que têm esta síndrome são excessivamente sedutores e, em geral, têm como alvo pessoas "difíceis" ou "proibidas" de serem alcançadas. As outras pessoas facilmente se apaixonam por eles, entretanto, o indivíduo com a síndrome logo se apercebe de que o parceiro ou o relacionamento não há mais graça e, por fim, acaba por abandonar a pessoa. Esses indivíduos não se apegam aos seus parceiros, pois possuem apenas uma atração fugaz em que quando o outro é conquistado, este mesmo vira enjoativo, sem graça e a atração desaparece.

Não raro, a síndrome associa-se a uma personalidade fria e insensível para com os sentimentos alheios, cujo próprio interesse momentâneo é o objetivo maior.



Sendo assim, são pessoas frequentemente egoístas e com uma grande sensibilidade à monotonia: são intolerantes ao tédio, o que os faz comumemente buscarem estímulos e novidades, caracterizando uma inconstância nos relacionamentos que se tornam enjoativos facilmente. Por tais características, a síndrome pode ser confundida ou ser um dos sintomas do transtorno de personalidade antissocial, ou mais popularmente conhecido como psicopatia.





Essa compulsão se inicia na adolescência e a cura é pouco provável. Ela se manifesta tanto em homens quanto mulheres, entretanto, parece ser mais evidente em homens. Talvez porque a mulher é naturalmente mais emotiva e mais propensa a apaixonar-se facilmente pelo homem, facilitando assim, a concretização da conquista para o homem com don juanismo. Outra justificativa significante seria o fato das mulheres don juanistas serem em si mais discretas e pouco descobertas.





A expressão "don juanismo" aparece por conta do mítico Don Juan, jovem conquistador e sedutor que após conquistar inúmeras mulheres, abandonava-as.